


Monção (do árabe: موسم (mausim), estação)

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Monçanense
211,51 km²
19 957 hab. (2001
94 hab./km²
33 Fundação do município
12 de Março
4950
(ou foral) 12 de Março de 1261 Região Norte Sub-região Minho-Lima Distrito Viana do Castelo Antiga província Minho Orago Santa Maria dos Anjos
Freguesias

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Pertenceu ao antigo concelho de Valadares até 1855.
Património cultural e edificado
• Igreja paroquial
• Capela da Senhora da Graça
• Capela de Senrela
• Alminhas de Senrela, da Barronda, da Boalhosa, do Regueiro e Vila-boa
• Crasto do Monte da Senhora da Graça
• Casa da Porteleira

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Património
• Penedo da Teixogueira
• Ponte da Barbeita ou Ponte sobre o rio de Mouro

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Fez parte do extinto concelho de Valadares até à sua extinção em 24 de Outubro de 1855.
Localização
Confronta a Norte com Messegães, a sul com Segude, a nascente com Valadares e Badim, e a poente com Barbeita. A norte é separada de Setados em Espanha pelo Rio Minho.
Os seus lugares principais são Cruzeiro, Valinha, Ponte do Mouro, Pereiras, Cimo de Vila e Moucheira.
Património
• Igreja de Ceivães
• Capela da Senhora da Agonia (1790)
• Capela da Senhora da Boa Nova (1761, restaurada em 1916 e limpa em 1992)
• Capela de S. Bento e a da Senhora do Livramento (lugar da Valinha)
• Ponte da Barbeita

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Património
• Torre de Lapela de que foi Senhor D. Lourenço Gonçalves de Abreu

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Património
• Castro de São Caetano - No lugar do Outeiro
• Capela-mor da Igreja de São João dos Longos Vales, situada no lugar do Mosteiro de estilo românico, vestígio de um antigo convento beneditino, a nave e o portal são do século XVII

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É a terra natal de José Gomes Temporão, atual Ministro da Saúde do Brasil.

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Tem como principais actividades económicas a pesca (principalmente da truta), agricultura e pequeno comércio.
Pertenceu ao antigo concelho de Valadares até 1855.

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Possui várias actividades culturais e/ou desportivas, como um Rancho Folclórico (Rancho Folclórico Santa Maria de Moreira), uma associação que trata linho, um grupo coral (Santa Luzia) e ainda um clube de futebol com vários escalões.

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A população dedica-se na sua grande maioria à viticultura, estando em destaque o cultivo do Alvarinho. Existem também pequenas empresas de confecção, madeiras, metalomecânica e construção civil que empregam outra parte da população.
Na sua grande maioria a população jovem deslocou-se para os grandes centros ou emigrou para o estrangeiro.
Existem boas condições para a prática da pesca desportiva e recentemente para o BTT.

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Património
• Palácio da Brejoeira
• São Cipriano

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Pertenceu ao antigo concelho de Valadares até 1855.
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Pertenceu ao antigo concelho de Valadares até 1855.

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Pertenceu ao antigo concelho de Valadares até 1855.
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História
No primeiro recenseamento da população que se fez em Portugal, em 1527, no reinado de D. João III, integravam Valadares o couto do mosteiro de Paderne, o do mosteiro de Fiães, as igrejas de São João de Lamas de Mouro, Riba de Mouro, Tangil, São Martinho de Alvaredo, Santiago do Penso, São João de Sá e Santa Ovaia, sua anexa, São Miguel de Messegães, São Salvador Mouro Jusão de Badim e São Gião de Badim, sua anexa, São Paio de Segude e São Cosme de Podame.
Foi vila e sede de concelho até 1855. Era constituído pelas freguesias de Alvaredo, Badim, Ceivães, Cousso, Cubalhão, Fiães, Gave, Lamas de Mouro, Messegães, Paderne, Parada do Monte, Penso, Podame, Riba de Mouro, Sá, Segude, Tangil e Valadares.
Tinha, em 1801, 11 208 habitantes.
Após as reformas administrativas do início do liberalismo foram desanexadas as freguesias de Fiães, Lamas de Mouro e Paderne.
Tinha, em 1849, 9 989 habitantes.

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Esta freguesia é governada por uma Junta de Freguesia, um órgão executivo que é eleito pelos membros da respectiva Assembleia de Freguesia, à excepção do presidente, (o primeiro candidato da lista mais votada é automaticamente nomeado Presidente da Junta de Freguesia). A Assembleia de Freguesia é um órgão eleito directamente pelos cidadãos recenseados no território da freguesia, segundo o método de Hondt, através de listas que tradicionalmente são partidárias mas que se abriram há poucos anos a listas de independentes. A Constituição prevê que, nas freguesias de população diminuta, a Assembleia de Freguesia seja substituída pelo plenário dos seus cidadãos eleitores.
Em Portugal existem 4260 freguesias, com territórios que podem ultrapassar os 100 km² ou ser de apenas alguns hectares, e populações que vão das dezenas às dezenas de milhares de habitantes. É aos municípios que cabe propor a criação de novas freguesias no seu território, que devem obedecer a um conjunto de critérios fixados em lei. Se descontarmos o caso especial do Corvo (Açores), o mínimo de freguesias por concelho é de uma (actualmente há em Portugal 5 concelhos só com uma freguesia (Alpiarça, Barrancos, Porto Santo, São Brás de Alportel e São João da Madeira, isto depois da divisão da única freguesia do Entroncamento em duas) e o máximo, neste momento, é de 89 (em Barcelos).
As autoridades portuguesas estabelecem três tipos diferentes de freguesias, para efeitos de ordenamento do território:
• freguesias urbanas[1] - freguesias que possuem densidade populacional superior a 500 h/km² ou que integrem um lugar com população residente superior ou igual a 5 000 habitantes.
• freguesias semi-urbanas[2] - freguesias não urbanas que possuem densidade populacional superior a 100 h/km² e inferior ou igual a 500 h/km², ou que integrem um lugar com população residente superior ou igual a 2 000 habitantes e inferior a 5 000 habitantes
• freguesias rurais - as restantes.
As freguesias estão representadas nos órgãos municipais pelo presidente da Junta, que tem assento, por inerência do cargo, na Assembleia Municipal.
Freguesia vs. Paróquia
Até ao Liberalismo, “freguesia” e “paróquia” são sinónimos (à semelhança de “concelho” e “município”), não havendo uma estrutura civil separada da estrutura eclesiástica. Nesses tempos, o termo «freguês» servia indistintamente para designar os paroquianos, que eram «fregueses», por assim dizer, do pároco. Segundo a Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, a origem da palavra freguesia «que parece mais provável» é a derivação, por corruptela, da expressão «filius ecclesiae», isto é, o conjunto dos «filhos da igreja», dos crentes.
Com a reforma administrativa de 18 de Julho de 1835, surge a estrutura civil da Junta de Paróquia, autonomizada da estrutura eclesiástica; os seus limites territoriais, no entanto, eram geralmente coincidentes com a das paróquias eclesiásticas que vinham desde a Idade Média. Com a Lei n.º 621, de 23 de Junho de 1916, as paróquias civis passam a designar-se freguesias (e a Junta de Paróquia passa a designar-se Junta de Freguesia), fixando-se assim a diferença entre a estrutura civil (freguesia) e a estrutura eclesiástica (paróquia); no entanto, em linguagem popular, é vulgar falar da pertença a determinada freguesia quando, de facto, se pretende falar da pertença a uma comunidade paroquiana.[3]
Outros sentidos
Derivadamente, o termo freguesia, tanto em Portugal como no Brasil, retém ainda o significado de clientes de um estabelecimento comercial; cada cliente individualmente é chamado freguês.